SEJA BENVINDO...

Apesar do Brasil ter uma boa imagem fora dele falta muito para ser verdadeiramente um pais de que possamos nos orgulhar.
Falta muito ainda para alcançarmos uma saúde que nos orgulhe, um estudo que nos prepare para a vida e emprego.
O brasileiro enfrenta todas as dificuldades com muita garra e é muito solidário quando acontece alguma infelicidade com outros.
Acolhe todos os outros povos e sua alegria tropical é reconhecida em todos os cantos do mundo.
O brasileiro merece um país muito melhor e eu acredito nisso.







2010/09/30

PNDH-3 | Informativo Parlamentar - NÃO DEIXE ESSE ABSURDO ACONTECER! NÃO...

DE QUEM É A CULPA? -Vilmar Bruno


De quem é a culpa?


Você sabia que as obras da ponte Rio-Niteroi, a estrada transamazônica e Brasília foram custeadas pelos cofres da Previdência Social? Não? Nem eu! Só soube quando assistia o jornal da Bandnews de hoje. Além dessas extravagâncias com o dinheiro dos contribuintes diversos e, principalmente, dos trabalhadores, o governo insiste em financiar a bolsa-família, entre outros auxílios assistencialistas e populistas.

O problema da Previdência não é só meu ou seu, mas de toda sociedade. Seja o cidadão jovem, adulto, trabalhador ou não. Quem não deseja ou pensa em se aposentar? Quem não tem na família um aposentado?

Não adianta alguns dizerem que não gostam de político ou de política. Pois a melhor e única maneira de buscaremos a solução para restabelecer a remuneração dos aposentados e pensionistas é, queiramos ou não, por meio político. Fora isso, a Previdência Social terá um fim drástico. Destarte, precisamos nesse dia três de outubro votar consciente e máxime elegermos deputados que tenham compromissos com os interesses da sociedade e não com os seus próprios. Renovar é fundamental e necessário. Não desperdice o seu voto. Não vote em quem está ganhando, conforme indica as pesquisas, mas sim naquele que você deseje que ganhe.

Um grande e forte abraço,


VILMAR BRUNO
Rio de Janeiro

2010/09/26

A GRANDE GUERRA - Miriam Leitão


A GRANDE GUERRA

Miriam Leitão

A demissão de Erenice Guerra do cargo de ministra-chefe da Casa Civil não desobriga o governo de investigar o caso. Ele tem indícios escabrosos de tráfico de influência no coração do governo e está ligado a uma pessoa que desde 2002 tem trabalhado diretamente com a candidata Dilma Rousseff.
Erenice é o elo entre este governo e o que pode ser o próximo. É preciso entender o que houve.
Há casos que começam simples e só com o tempo se complicam. Esse estourou já num grau de complexidade espantoso.
A ex-ministra parecia ser um consórcio: dois filhos, dois irmãos, irmã, ex-cunhada, assessor, mãe de assessor, irmão da mãe de assessor, marido, todos de alguma forma envolvidos em negócios ou conflito de interesses dentro do governo.
Sua primeira reação, quando começaram a ser publicados os abundantes indícios de irregularidades que a cercavam, foi fazer uma nota com timbre e autoridade do Palácio do Planalto acusando o candidato adversário de ser "aético e derrotado".
Mais uma inconveniência no meio de tantas, porque o primeiro a fazer era se explicar ao cidadão e contribuinte brasileiro.
Mas essa nota foi mais uma prova de que o Brasil não tem mais governo, tem um comitê eleitoral em plena e intensa atividade. A demissão de Erenice, que ninguém se engane, não é um tardio ataque de moralidade. É o resultado de um cálculo eleitoral.
A dúvida era o que poderia atingir a candidata Dilma Rousseff — manter Erenice, insistindo na tese de que ela era vítima de uma jogada eleitoral, ou demiti-la para tentar reduzir o interesse no caso?
Nada do que foi divulgado pode acontecer num governo sério. Filhos de ministra não podem intermediar negócios, não podem cobrar "taxas de sucesso"; assessor de ministra não pode ser filho da dona da empresa que faz a defesa de interesses dentro do governo; marido da ministra não pode estar num cargo público que dê a ele o poder de decidir sobre o fechamento do contrato que está sendo negociado.
Ministra não faz essas estranhas reuniões com fornecedores do governo. Há outras impropriedades, mas fiquemos nessas primeiras. A manchete da Folha de ontem trouxe a arrasadora entrevista de um empresário que, munido de e-mails e cópias de contratos, diz que foi vítima de tentativa de extorsão ao pedir um empréstimo no BNDES.
Além das taxas variadas e dos milhões que ele afirma ter sido pedido para a campanha da candidata do governo, chegou a ser pedido 5% num empréstimo de R$ 9 bilhões. Se ele fosse concedido, isso seria R$ 450 milhões.
Erenice Guerra trabalhou com Dilma Rousseff desde a transição, foi seu braço-direito, a enviada especial a missões difíceis, a pessoa a quem ela entregou o cargo quando saiu, em quem tinha absoluta confiança.
O vínculo não é criado pela imprensa, não é ilação, são os fatos. Esse não é o caso apenas do filho de uma ex-assessora, como Dilma disse no seu último debate. Esse é um conjunto assustador de indícios de um comportamento totalmente condenável no trato da questão pública.
Não é importante quem ganha a eleição. É importante como se ganha a eleição. A democracia estabelece que o vencedor é aquele que tem mais votos e ponto final. Cabe aos eleitores dos outros candidatos respeitar a pessoa eleita, a estrutura de poder que ele representa e torcer pelo novo governo. Portanto, ao vencedor, o poder da República por um mandato.
O problema é quando um grupo, para se manter no poder, usa a máquina pública como se fosse de um partido, quando um governo inteiro se empenha apenas em defender uma candidatura, e não o interesse coletivo, quando sinais grosseiros de mau comportamento são tratados com desleixo pelas maiores autoridades do país, sob o argumento de que se trata de uma briguinha eleitoral.
Nada do que tem acontecido ultimamente é aceitável num país de democracia jovem, instituições ainda não inteiramente consolidadas e desenvolvidas. Não importa quem vai ser eleito este ano, o que não pode acontecer é o país considerar normal esse tipo de comportamento que virou rotina nos últimos dias.
As atitudes diárias do presidente da República demonstram que oito anos não foram o bastante para ele entender a fronteira entre o interesse coletivo e o do seu partido; entre ser o governante de todos os brasileiros e o chefe de campanha da sua escolhida; entre popularidade e indulgência plenária para todo o tipo de comportamento inadequado.
O país pode sair desta eleição derrotado em seu projeto, o único projeto que é de todos os brasileiros: o de construir uma democracia sólida, instituições permanentes e a concórdia entre os brasileiros.
O caso Erenice Guerra é assustador demais para ser varrido para debaixo do tapete.Os indícios são de que a punição aos envolvidos no escândalo do mensalão, que agora respondem na Justiça por seus atos, não mudaram os padrões de comportamento dentro do governo.
A Casa Civil não pode estar sempre no noticiário de escândalos. É, na definição da candidata Dilma Rousseff, o segundo mais importante cargo do governo. Se é tudo isso, que se faça uma investigação do que havia por lá. Mas que não seja mais um "doa a quem doer" de fantasia; que não seja a apuração que nada apura, que perde prazos, que confunde e acoberta.
Não é uma eleição que está em jogo. Ela pode já estar até definida a esta altura, com tanta vantagem da candidata governista a 15 dias da eleição.O que está em jogo é que país o Brasil escolheu ser, neste momento tão decisivo de sua história.
Essa é a verdadeira guerra.

2010/09/08



Recebi e repasso essa carta aberta de Marina Silva a respeito de declarações feitas por Dom Moacyr Grechi, bispo católico, arcebispo de Porto Velho na Folha de São Paulo, na qual ele afirma que ela, Marina Silva, é frágil e não tem perfil para a Presidência da República.

Essa carta está publicada no Blog da Marina e pode ser lida no link http://www.minhamarina.org.br/blog/2010/05/ao-amado-dom-moacyr/

Ao amado Dom Moacyr

Por Marina Silva

Li na Folha (22/5) sua afirmação de que sou frágil e não tenho perfil para a Presidência da República. No início, fiquei triste. Já tinha ouvido algo parecido do senhor, de forma carinhosa, mas ler assim como está no jornal tem outro peso.
Refletindo mais, reconciliei-me com sua mensagem.
Quando ando por aí, muitos me dizem que minha luta é de Davi contra Golias. Então vamos conversar sobre passagens bíblicas, que conhecemos bem. Elas se completam e iluminam o que quero dizer.
Quando Saul terminava seu reinado, Deus mandou o sacerdote e profeta Samuel ungir novo rei entre os muitos filhos de Jessé. O profeta procurou entre os mais belos, os mais fortes e os mais habilidosos, mas Deus descartou todos. Jessé lembrou então de Davi, o seu filho mais novo, que pastoreava ovelhas. O profeta o achou muito fraquinho, meio esquisito. Mas Deus ordenou que o ungisse rei dos israelitas, porque olhava para o seu coração, e não para a sua aparência.
Foi assim que Davi foi escolhido para ser rei. E logo provou seu valor ao enfrentar Golias, o gigante filisteu, guerreiro acostumado a usar escudo, capacete e armadura e a manejar a espada. O jovem Davi, aparentemente fraco e sem muito preparo para aquele tipo de duelo, ganhou a luta porque não tentou usar a armadura de Saul, que lhe fora ofertada e nem lhe cabia direito. Usou sua própria arma, a funda, e ali colocou a pedra para jogá-la no lugar certo, na testa do gigante.
Assim como o senhor, dom Moacyr, Samuel era homem corajoso, temente a Deus, preparado para o sacerdócio desde um ano de idade. O senhor é muito importante na minha vida, da mesma forma que Samuel foi na vida de Davi. E está me vendo com olhos cuidadosos, preocupados com circunstâncias que talvez me causem sofrimento. Mas, como sabe por experiência própria, não podemos ficar presos às circunstâncias.
Quando o senhor chegou ao Acre, aos 36, enfrentou os poderosos e ficou do lado de Chico Mendes e de todos os que eram aparentemente fracos e despreparados para enfrentar os gigantes das motosserras.
Como me ensinou, não me intimido com as circunstâncias e procuro me encontrar com o que está no coração de homens e mulheres sinceros, que, como o senhor, buscam fazer o melhor, apesar das dificuldades e riscos.
Aprendi com o senhor boa parte dos valores que me guiam, entre eles não vergar a coluna às pressões dos interesses espúrios.
Por favor, meu amado irmão, não me diga agora que esses valores não servem para governar o Brasil e me fragilizam. Tranquilize-se: eles são e continuarão sendo a minha força e a minha funda diante dos desafios, qualquer que seja o tamanho deles.

Agora, reflita e vote em quem você escolher.

2010/09/03

SOBRE AS ELEIÇÕES DE 2010 - Maria Lúcia Inocêncio Camargo.


Não posso me calar sobre as próximas eleições.
É a única arma que temos para acabar com toda a vergonha que assola nosso país.
Devemos ter "olhos para ver e ouvidos pra escutar".
Não é possível que as eleições se tornem brincadeira.
O pior programa das televisões é o do horário político mas devemos sim assistir para ver até onde vai a falta de conhecimento dos candidatos sobre a vida política.
Eu ouvi no horário politico um candidato pedindo para as pessoas votarem com "prazer ".
É possível ? É certo? É honesto?É moral? Não! Isso é imoral!
Outro dizer que não sabe o que o Deputado faz mas que "pior do que está não pode ficar".
Outros nada viram, nada sabem nada ,nada, nada...
Quanta mentira, quanta hipocrisia!
Mentiras, mentiras,mentiras...
Até quando?
Por isso ao decidirmos em quem votar temos que pesar na balança os prós e os contras.
Um candidato tem que ser honesto, verdadeiro, preocupado com o país.
E outra coisa,não acredito em pesquisas pois elas podem ser manipuladas.
Nunca respondi a nenhuma pesquisa eleitoral, apenas uma pesquisa sobre uma marca conhecidíssima de inseticida.

Quem sou eu

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Trabalhei no serviço público e quando me aposentei passei a fazer trabalhos manuais, poesias, artes plásticas e artesanato.Tenho um pequeno ateliê e sou muito ocupada Adoro viajar e fazer cursos.Sou blogueira com muito orgulho.Amo ajudar a cuidar dos meus netos.
Meu desejo é divulgar meu trabalho e conhecer pessoas.

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